
Há uns tempos, quando navegava pelas notícias num site de economia, deparei-me com o seguinte título “Colegas tóxicos no trabalho: sinais que os identificam”.
Sorri e, levado pela minha curiosidade, cliquei na hiperligação. O artigo refere-se sobretudo às relações entre colegas de trabalho nas empresas. O meu pensamento seguinte: e nas Unidades de Saúde, USF’s e outras? Num ambiente de trabalho em que a pressão é cada maior e induzida por múltiplos fatores, sendo reconhecidamente a classe médica um grupo com elevado risco de sofrer burnout, não existirá também o problema da presença de colegas tóxicos no local de trabalho?!
O artigo poderá não ter grande profundidade científica, mas partilho-o pela reflexão que, em todos nós, pode motivar.
E refere então o artigo um conjunto de 12 sinais que poderão indicar estarmos perante um colega tóxico no trabalho:
- 1. São colegas mais competitivos do que o normal.
- 2. São colegas que o colocam sempre à prova. O diálogo com esses colegas facilmente lhe causa desconforto.
- 3. “Uma vítima nunca vem só” – Estes colegas causam dano em mais do que uma vítima no local de trabalho.
- 4. Conversam demais, trabalham a menos – adoram a “fofoquice”.
- 5. Tentam distraí-lo. São procrastinadores e tentam contagiar a procrastinação.
- 6. Recolhem os louros do seu trabalho. Este é dos sinais mais óbvios...
- 7. Tendem a colocá-lo de parte.
- 8. Adoram espalhar rumores e boatos. Faz parte da “fofoquice”.
- 9. Fazem-se passar por algo mais do que são.
- 10. Eles menosprezam-no socialmente.
- 11. Fazem com que os outros o tratem de maneira diferente (em consequência da tal “fofoquice”).
- 12. Eles são subtis.












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